PERGUNTAS
FREQUENTES

Bebidas alcoólicas, bebidas gaseificadas (refrigerantes e água mineral com gás), leite condensado, doces, açúcar em grande concentração, sorvetes, alimentos pastosos, sólidos e fibrosos.

Cada indivíduo é diferente e único. É recomendado que pacientes fiquem em dieta liquida nas primeiras quatro semanas. A maioria dos pacientes pode comer quase tudo, após a liberação da dieta “normal” (após os 60 dias) pela nutricionista, apenas lembrando que deve mastigar, mastigar, mastigar. Algumas coisas como fibras, por exemplo não poderão mais serem ingeridas no pós operatório, devido ao risco de obstrução intestinal (bergamotas e laranjas com bagaço, damasco, pinhão, entre outras…). Alguns pacientes não podem tolerar certos alimentos que ingeriam antes da cirurgia (leite,grãos, carnes), mas só alguns! LEMBRE-SE SEMPRE: MASTIGAR, MASTIGAR, MASTIGAR.

É recomendado que o paciente coma pequenas quantidades de alimento pelo menos quatro a cinco vezes por dia (de 2/2 hs ou até 3/3 hs) durante os primeiros seis meses. Após seis meses, quatro a seis refeições por dia (3/3 a 4/4 hs) em intervalos regulares são necessárias para evitar episódios de hipoglicemia. A ingesta de líquidos deve ser realizada em intervalos freqüentes entre as refeições.

O dumping é uma alteração que pode ocorrer após a cirurgia bariátrica, na realidade é um efeito colateral do procedimento. O dumping ocorre em alguns pacientes quando ingerem muito açúcar refinado ,alimentos muito gordurosos ou excesso de carboidratos. Os sintomas de batimentos cardíacos acelerados, náuseas, tremores e sensação de fraqueza ou desmaio e hipoglicemia (diminuição da glicose no sangue), algumas vezes, podem ser seguidos de diarreia. Alguns pacientes relatam uma sensação de morte eminente! É claro que ninguém gosta de sentir estes sintomas! Mesmo os que amam os doces! Isto faz com que os pacientes comedores de doces se mantenham afastados dos mesmos, o que lhes auxilia nos seus esforços pós-operatórios para perda de peso.

Sentar ou deitar. A sensação de aceleração dos batimentos cardíacos, mãos úmidas, pegajosas, suador, tremores, ou urgência em usar o banheiro podem ocorrer de maneira isolada ou em combinação, podendo ser leves ou mais intensos, dependendo do que foi ingerido. Isto geralmente passa em menos de trinta minutos.

Anote o que você acabou de beber ou comer. Após alguns episódios de dumping o paciente se torna capaz de reconhecer que alimentos e bebidas deve evitar. Por isso, não insista nesses alimentos. Isso poderá levar a quadros de hipoglicemia frequentes.

Existem casos de pacientes que não perdem o peso suficiente para atingir o IMC normal (normalmente os super super obesos IMC >60) e casos de pacientes que perdem peso e reganharam um percentual após alguns anos, devido a falta do acompanhamento pós operatório e desajustes de alguns hábitos. Uma mudança de estilo de vida, que inclui, alteração do comportamento alimentar e de atividade física, são as ferramentas fundamentais para atingir o peso ideal e manter-se magro.

Geralmente não. Durante a fase de perda de peso os pacientes devem realizar exames de sangue periodicamente para monitorar seu estado nutricional e sua bioquímica. Nesta fase geralmente se suplementa vitaminas aos operados e se necessário também proteínas além da dieta.

Não, o que pode dilatar é a anastomose (emenda) entre o estômago e o intestino.

Não, o que pode dilatar é a anastomose (emenda) entre o estômago e o intestino.

Sim. O cabelo é um produto da síntese protéica. Sempre que você perde peso de forma rápida pode apresentar queda de cabelo. Interessantemente, alguns pacientes não apresentam queda de cabelo. Este é um problema temporário, geralmente mais intenso durante o terceiro até o décimo primeiro mês após a cirurgia, ou seja, o período da perda de peso rápida. Então isto volta ao normal e os fios que caíram voltam a crescer.

Tente aumentar a ingesta de proteínas e suplementação de zinco e uso regular do complexo vitamínico.

Exercícios podem ajudar a evitar a flacidez muscular. O que poderá manter a sua pele mais “esticada”, porém a sobra do excesso de pele é inerente a eliminação do excesso de peso

Os alimentos fibrosos não deverão ser consumidos após a realização da cirurgia, devido ao risco de obstrução intestinal. Alguns pacientes têm algumas intolerâncias alimentares, que variam muito de indivíduo para indivíduo. Vegetais, frutas e carnes não trituradas devem ser evitadas nas primeiras seis semanas, pois as suturas ainda estão em processo de cicatrização.

Pode desenvolver deficiência de vitaminas e minerais, com suas múltiplas implicações. Estas incluem alterações neurológicas, e anormalidades na pele, de memória, de visão, as quais muitas vezes podem ser de difícil diagnóstico e necessitam de tempo para correção. Suplementos de vitaminas, cálcio e ferro devem ser tomados por um longo período no pós-operatório e até por toda a vida.

A prática torna TUDO isto possível, mas não é recomendado, pois aumenta as chances de refluxo, vômitos e mal-estar.

A prática torna TUDO isto possível, mas não é recomendado, pois aumenta as chances de refluxo, vômitos e mal-estar.

Em alguns casos pode sim. A cirurgia isoladamente, não garante ao paciente a perda permanente do peso, se um programa alimentar saudável, regular e adequado e modificações do estilo de vida não forem realizadas. Não é garantida a manutenção da perda de peso por toda a vida, caso não haja uma adesão do paciente ao tratamento proposto. Esses casos podem acontecer com as pessoas que tenham compulsão alimentar, comendo o que não devem, bem como, não aderindo á prática de atividades físicas.

Em alguns casos pode sim. A cirurgia isoladamente, não garante ao paciente a perda permanente do peso, se um programa alimentar saudável, regular e adequado e modificações do estilo de vida não forem realizadas. Não é garantida a manutenção da perda de peso por toda a vida, caso não haja uma adesão do paciente ao tratamento proposto. Esses casos podem acontecer com as pessoas que tenham compulsão alimentar, comendo o que não devem, bem como, não aderindo á prática de atividades físicas.

A, D, E, Cálcio, ferro, B 1, B6, B 12 porque sua ingesta é muito menor com o novo estômago comparada com o estômago anterior e também porque partes importantes do estômago e do intestino proximal responsáveis pela absorção de algumas vitaminas foram desviadas do trânsito alimentar.

Isto é muito variável de indivíduo para individuo e do tipo de procedimento que ele realizou. Durante o primeiro ano pós-operatório, provavelmente sim. Após o primeiro ano vai depender muito do tipo de dieta e da capacidade do organismo de se readaptar a mudança anatômica e recomeçar a absorver melhor os nutrientes. Alguns pacientes têm uma excelente absorção de ferro, ácido fólico e vitamina B12 (tomará por toda a vida), no pós-operatório, necessitando apenas um curto período de reposição, provavelmente por suprirem suas carências através de uma dieta equilibrada. Por outro lado, outros pacientes necessitarão de uma reposição mais prolongada de suplementos para se manterem nutridos. Um seguimento com exames periódicos é que vai determinar a frequência individual de reposição de suplementos vitamínicos e minerais de cada paciente.

Sim. Geralmente a saciedade ocorre com aproximadamente 20% do que o paciente ingeria previamente. A cirurgia de redução do estômago cria a sensação de que o estômago está cheio, pois após a alimentação a pequena bolsa do estômago é dilatada por pouca quantidade de comida. Além do limite de ingestão de líquidos ou alimentos, ocorrem náuseas ou vômitos. É comum os pacientes terem uma sensação desagradável ao comer doces ou alimentos muito calóricos, como tonturas, suor nas mãos, mal estar geral. A saciedade geralmente ocorre com menos de ¼ da quantidade de alimento que o paciente ingeria antes da cirurgia.

Ambos podem ocorrer, mas não são os objetivos da cirurgia. Se ocorrerem frequentemente devem ser relatados à equipe médica. Os vômitos geralmente estão associados a uma ingesta alimentar com volume ou velocidade desproporcionais ao novo estômago. E para resolver este problema desconfortável o paciente necessita se reeducar e aprender a mastigar bem o alimento e a quantidade que pode ingerir sem forçar causando desconforto abdominal, refluxo e até vômitos. Algumas raras vezes os vômitos podem estar associados à obstrução do trânsito intestinal, seja por estenose do anel, seja por obstrução intestinal e deve ser resolvido cirúrgica ou endoscopicamente. Só quem pode diferenciar os casos de ingesta de maneira inadequada dos casos obstrutivos é a equipe médica. Quanto à diarreia existem alguns tipos de alimentos específicos que podem causá-la e devem ser então restringidos.